quarta-feira, 9 de junho de 2010

Sarah Jessica Parker veste Zara em Sex and the City 2



A elegante Sarah Jessica Parker, atual ícone da moda, e de novo na pele da frívola Carrie Bradshaw, volta a esbanjar estilo em "Sex and the City 2", embora agora vestida de Zara e sobre as areias do deserto.



Um estilo que em grande parte é mérito da estilista Patricia Field, considerada uma visionária da moda e uma autêntica instituição desde que criou a estética da personagem Carrie, protagonista do filme e do seriado homônimo, e de suas amigas.

"Por que é preciso ficar só com roupas de estilistas? Gosto de misturar grandes assinaturas com roupas da H&M e Topshop, e a Zara é uma das que mais uso para esta segunda parte do filme, na qual também emprego um montão de desenhos vintage", disse a estilista em entrevista concedida a "Metro New York".




O estilo de Patricia, que impõe tendências com grande antecedência, se caracteriza por misturar moda de alta e baixa gama, o que lhe permite uma maior variedade na hora de combinar, como também demonstrou no filme "O Diabo Veste Prada" (2006).

Sobre a pele desta atriz de aparência frágil e belíssimos olhos azuis, é a primeira vez que a empresa Zara se acotovela com estilistas tão famosos como Ralph Lauren, Dior e Philip Treacy.

Parker, desde seu "alter ego" na telona, a escritora Carrie, seduziu os estilistas mais prestigiosos do mundo com seu imponente e elegante estilo.

Estilistas e empresas têxteis se mostram encantados quando Parker aparece com alguma de suas roupas, porque se sabe que tudo o que esta esbelta loira toca, se transforma em ouro.

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Inverno 2010 - Moda Masculina

As calças masculinas do inverno 2010 prometem ser mais largas, pregueadas na cintura e um pouco afuniladas no tornozelo (só um pouco). Muitas foram as marcas que apostaram no corte e como o modelo veste super bem, tem tudo para emplacar na próxima estação. A 2nd Floor foi uma das marcas que apostou no modelo. As retas e skinny também apareceram, mas em quantidade bem menor.

Como Usar:

* As calças em corte mais largo, pregueado e as retas são perfeitas para todos os tipos de corpos, mas beneficiam principalmente os gordinhos;
* Homens de quadril largo devem usá-las em tonalidades mais escuras, sem bolsos grandes ou detalhes que criem volume e associadas com camisas mais claras;
* Os barrigudinhos devem fugir das camisas mais justas na composição ou se realmente quiser usá-las, sobrepô-las com uma bela jaqueta ou casaco;
* As skinny valorizam quem está com tudo em cima, então o espelho sempre será o melhor conselheiro.




O xadrez vem com tudo no inverno 2010, tanto para eles como pra elas. As camisas apareceram como carro chefe da moda e suas estampas são de proporções grandes e medianas.

Como Usar:

* Os homens magros devem aproveitar as estampas grandes, que estão super na moda e serão o grande hit da estação;
* Os gordinhos devem dar preferência às estampas menores.


As camisetas são mais do que obrigatórias no guarda-roupa masculino e, obviamente, não poderiam faltar no inverno 2010. Aposte nas com frases legais se quiser compor um look mais despojado e em cores neutras e lisas se seu estilo é mais clássico.

Como Usar:

* As camisetas são sempre super versáteis e ajudam a compor vários looks legais, aposte nelas;
* Os gordinhos devem dar preferência às tonalidades escuras e com frases em letras menores;
* Os magérrimos devem fazer o contrario.



Os jeans da moda masculina no inverno 2010 foram bastante democráticos, com varias opções de cores e cortes, principalmente nas calças, que apareceram desde as cores mais claras, até as mais escuras em uma bela alusão ao couro.

Como Usar:

* Gordinhos devem escolher os jeans em tonalidade mais escuras;
* Os magérrimos o contrário;


Muitas jaquetas e casacos foram propostos para o inverno 2010 masculino. Elas apareceram em vários estilos e vão dos modelos mais chiques, aos mais casuais e esportivos.

Como Usar:

* Os casacos e jaquetas são perfeitos para quem está acima do peso, eles devem ser usados com camisas mais escuras;
* Se o problema é o contrário, opte pelo seu uso em estampas grandes ou associado a camisas mais claras.

quarta-feira, 7 de abril de 2010

E mais do País das Maravilhas

A Printemps, loja de departamento de Paris, convenceu os estilistas Christopher Kane, Alexander McQueen e Manish Arora a criarem roupas inspiradas no espírito de Alice, que poderão ser vistas nas vitrines durante a Semana da Moda de Paris.



Acessórios dos sonhos
A estilista britânica Stella McCartney se uniu à Disney para desenhar uma coleção limitada de joias inspiradas no novo filme de Burton. Com ouro, cristais de Swarovski, pérolas e plexiglás (um material plástico transparente), Stella recria o maravilhoso mundo de Alice e utiliza o preto, o rosa e o café para dar cor ao coelho e ao Chapeleiro louco. Os trevos e corações enfeitam pulseiras, anéis, braceletes e pingentes.

A empresa Titis Clothing traz o mágico mundo de Alice para as suas criações em tons suaves e pasteis, realçadas com cortes que conferem volume e feminilidade aos modelos. Swarovski também se rendeu ao mundo de sonho criado por Lewis Carroll e desenhou uma coleção de bijuteria que capturou o espírito de cada personagem do filme.



Todas as peças capturam o espírito extravagante, gótico e "vintage" criado por Tim Burton no filme, desde o pingente em formato de coração até o coelho branco, passando pelo colar "flower garden" e a simpática chaleira.

As cores da maquiagem.
O fenômeno cinematográfico do ano também despertou uma autêntica febre entre maquiadores e cabeleireiros, que podem ousar em meio ao espírito romântico e mágico que envolve "Alice no País das Maravilhas".

Assim, a empresa Urban Decay lançou no mercado um "kit" de maquiagem com o nome "Alice in Wonderwolrd", com divertidas e alegres cores, entre estas 16 sombras para os olhos.



A OPI, gigante dos esmaltes, também quis prestar homenagem ao filme e criou uma coleção inspirada nas brilhantes cores do filme, e a rede de cosméticos Paul & Joe desenhou baseado no maravilhoso mundo de Alice uma caixa de metal que além de espelho traz batom, lencinhos de limpeza e lápis labial.

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Moda do País das Maravilhas...

"Alice no País das Maravilhas", um filme que está dando o que falar, tanto no cinema quanto nas passarelas, pois são muitos os estilistas que se inspiraram no tema para criar coleções repletas de cor e fantasia.

Graças ao filme está sendo possível ver joias, acessórios e croquis usados por Alice, pela Rainha Vermelha e o Chapeleiro maluco. Os divertidos e extravagantes personagens se unem ao gato de Cheshire, ao coelho branco, à lagarta, à morsa, ao carpinteiro e ao rei.

O mundo de sonhos, romântico e de fantasia do escritor Lewis Carroll está sendo recriado em diversas produções de moda, tanto de revistas quanto pelos suplementos dos jornais mais importantes do mundo. A revista americana Vogue fez um editorial inspirado no mundo de Alice. As criações de Christian Lacroix foram fotogradas por Annie Leibovitz. Delicados vestidos de seda azul, camisas brancas com laços, meias listradas, acessórios coloridos e sapatos compõem o visual do ensaio.



Fora do mundo da alta costura, a rede de lojas Bershka também fez a sua homenagem ao filme da Disney com uma coleção de camisetas fáceis de combinar com jeans.



As maravilhas da moda de Alice!

sábado, 3 de abril de 2010

Site promete revolucionar modelo de negócios no mundo da moda!!!

Uma empresa iniciante de Internet chamada Fashion Stake, que será aberta nas próximas semanas, tem a ambiciosa meta de sacudir a indústria da moda, assim como os sites de trocas de arquivos transformaram a música.

O Fashion Stake permitirá que as pessoas financiem diretamente os estilistas depois de visualizar online as coleções: poderão comprar uma participação na coleção em troca de créditos para comprar roupas.

Os "patrocinadores" dos estilistas também poderão enviar ideias para os estilistas e votar nas melhores coleções.

A empresa, inspirada em redes sociais como Twitter e Facebook, aposta em um crescente modelo de negócios que convoca os empreendedores a entrar em contato direto com consumidores, financiadores e distribuidores de conteúdo ou de produtos.

O presidente-executivo do Fashion Stake, Daniel Gulati, é um estudante da Harvard Business School, onde o projeto foi concebido.

Segundo ele, indústrias com alta margem de lucro estão abandonando a crença de que os executivos decidem o que o público consome.

"Acreditamos que pode ser realmente um divisor de águas", disse ele. "O que estamos fazendo, basicamente, é redirecionar a margem para os fãs e talhando os varejistas."

A estilista Althea Harper, de Nova York, disse que o novo modelo poderá ajudar a encontrar financiamento. Além disso, permitirá que os criadores de roupas evitem o canal de vendas via lojistas convencionais.

"É difícil que uma rede de lojas de roupas confie em você quando você é um estilista novo", disse ela.



Qui, 01 Abr, 06h09

Por Edward Krudy

terça-feira, 9 de março de 2010

História da Colcci



Há cerca de vinte e dois anos atrás nasce no sul do pais, em Santa Catarina, uma das marcas nacionais mais importantes para a moda brasileira dos últimos tempos! Em 1986 a Colcci entrou na passarela sem muito brilho e glamour. Naquela época a marca tinha sua fábrica de fundo de quintal e seus produtos eram baseados em malharia e moletons.

A Colcci passou por um período de dificuldades e crise em 1999, quando foi comprada pelo atual grupo gestor, AMC Têxtil. A marca se torna o mais novo cliente da e21. A conquista se deu em uma concorrência com agências de todo o país, e o resultado foi anunciado durante a Convenção Nacional do Franqueados da Colcci, em Brusque.

A agência se tornou a responsável pela gestão da comunicação das marcas Colcci e Sommer, pertencentes ao Grupo A.M.C. Têxtil. A grife se tornou de alto luxo e seus consumidores passaram a ter contato com os produtos da marca em lojas multimarcas. Esta estratégia ampliou o mercado consumidor e sua presença internacional tem crescido exponencialmente.

Um ano depois da aquisição da marca o grupo investiu em estrutura, ponto-de-venda e nos clientes. Desde então a empresa cresce e hoje está entre as principais do país no exterior, com presença em mais de 30 países. A Colcci começou a ganhar espaço e valor no mercado da moda a partir do momento em que teve o seu produto definido e acabado, sem falar da chegada às passarelas do Brasil e do mundo com ninguém menos do que Gisele Bündchen.

Foi em 2003 que a marca detectou a carência de opções de moda para o público jovem, e começou a investir nesse ramo aparecendo com freqüência em desfiles de moda, principalmente no Fashion Rio daquele ano. Na época a Colcci apostou em desfiles com celebridades e para isso contratou Paris Hilton e a filha de Mick Jageer, Liz Jagger vocalista da banda de rock Rolling Stones, apenas para participar dos desfiles. “Usamos uma estratégia de imagem nos desfiles e decidimos que a marca precisava ter uma celebridade para atrair o público masculino e feminino. Pensamos em celebridades que são objeto de desejo e que o público não tivesse nada contra, que não gerasse mídia espontânea negativa”, aponta Mafra em entrevista ao Mundo do Marketing.

As primeiras ações de Marketing da Colcci tinham foco em ramificar a marca. A meta era dividir as ações com o objetivo de atingir o maior número possível de consumidores. Para se comunicar, a Colcci se preocupava em passar o conceito de uma coleção de moda. Os primeiros investimentos da marca foram feitos de forma padrão, com anúncios em revistas especializadas em moda.



Pouco tempo depois a Colcci chegou à TV com foco no público jovem. Para atingir este tipo de consumidor a marca investiu em TV fechada, através do canal MTV que tem grande aceitação pelos jovens. Além da MTV trabalharam muito com a web, catálogos, PDV e mala direta. Usaram também ferramentas e ações baseadas no ponto-de-venda.

Há dois anos a Colcci passou por um novo processo de reestruturação focada em atingir e atender consumidores mais exigentes e de maior poder aquisitivo. Com o reposicionamento, a maioria dos pontos-de-venda recebeu investimento enquanto outros foram desativados por não se adaptar ao novo estilo da marca.

A estratégia de expansão englobou estrutura e comunicação. Prova disso é que a fábrica da Colcci ocupa 12.000 m2 e tem cerca de 1500 colaboradores. “Houve uma retomada com reformulação em toda a fábrica. O investimento foi direcionado à estrutura da empresa e em Marketing através de estrelas POP para campanha e mais anúncios”, conta o relações públicas da Colcci.

Assim como em qualquer segmento, uma reestruturação acarreta em cuidados para não desfazer a imagem da marca perante os consumidores fiéis. Normalmente uma empresa reposicionada corre o risco de entregar um produto diferente ao que o consumidor está acostumado. Na aquisição da Colcci, a marca já passava por um processo de mudança. “Continuamos o trabalho só que com um visual um pouco mais fashion e investimos na semana de moda, que é muito importante para uma marca de moda do ponto de vista nacional”, diz Mafra.

Falar em Semana de moda e Colcci leva qualquer consumidor - ou conhecedor do ramo da moda - a pensar em Gisele Bündchen. A modelo brasileira teve importância fundamental no processo de comunicação da marca, gerando penetração no mercado mundial e agregando valores por ser uma marca brasileira. “A Gisele é um bom cartão de visitas por ser “Brasil” e não é qualquer marca que pode pagar por ela. Isto significa para o mercado que a Colcci é uma empresa que tem estabilidade financeira”, ressalta Mafra.

sexta-feira, 5 de março de 2010

Arte Naif



É a arte da espontaneidade, da criatividade autêntica, do fazer artístico sem escola nem orientação, é a arte ingênua cujo estilo pertence a pintura de artistas sem formação sistemática, portanto é instintiva e onde o artista expande seu universo particular e um tipo de expressão que não se enquadra nos moldes acadêmicos, nem nas tendências modernistas, nem tampouco no conceito de arte popular.

Claro que, como numa arte mais intelectualizada, existem os realmente marcantes e outros nem tanto.

O artista naïf é marcadamente individualista em suas manifestações mais puras, muito embora, mesmo nesses casos, seja quase sempre possível descobrir-lhes a fonte de inspiração na iconografia popular das ilustrações dos velhos livros, das folhinhas suburbanas ou das imagens de santos. Não se trata, portanto, de uma criação totalmente subjetiva, sem nenhuma referência cultural.

A arte naïf é situada numa faixa próxima à da arte infantil, da arte do doente mental e da arte primitiva, sem que, no entanto, se confunda com elas, não se preocupa em preservar as proporções naturais nem os dados anatômicos corretos das figuras que representa.



Suas características principais são:
* Composição plana, bidimensional, tende à simetria e a linha é sempre figurativa;
* Não existe perspectiva geométrica linear;
* Pinceladas contidas com muitas cores.

“Em minha obra existe uma preocupação com a cor, forma e equilíbrio, em que o tema fica em segundo plano e o desenho subordinado a cor”. Jairo Arcoverde, artista naif.